Veja até quanto candidatos a prefeito e a vereador poderão gastar esse ano

Depois das mudanças promovidas pela Reforma Eleitoral em 2015, o Tribunal Superior Eleitoral (TSE) divulgou nesta segunda-feira, dia 18, os limites de gastos para os candidatos a prefeito e a vereador nas eleições de 2016. O teto varia de acordo com as campanhas registradas em cada cidade e é estabelecido em 70% do que foi gasto no pleito de 2012.
Já nas cidades onde a decisão se deu em segundo turno, o valor máximo cai para 50% do registrado nas eleições
passadas, sendo que podem ser acrescidos 30% em caso de uma nova disputa em um novo turno. Nos municípios com até 10 mil eleitores, o teto será de R$ 100 mil, tanto para prefeitos como para vereadores. O mesmo vale para onde as campanhas ficaram abaixo deste valor.
No Espírito Santo, o maior gasto registrado em 2012 foi para a prefeitura de Vitória. Na época, o candidato Luiz Paulo Velloso Lucas (PSDB) consumiu R$ 9,65 milhões em sua campanha para disputar a vaga. Assim, o limite instituído para 2016 será de R$ 4.827.752,91. O atual prefeito de Vitória, Luciano Rezende (PPS), gastou R$ 2.073.378,77, enquanto que a candidata do PT, Iriny Lopes, desembolsou R$ 4.784.725,21.
A Serra foi o segundo município no ranking dos gastos de campanha. Sérgio Vidigal (PDT) teve a campanha mais generosa, com R$ 2.376.785,94, enquanto que Audifax Barcelos (Rede), na época no PSB, venceu a disputa com R$
1.959.676,11. Com isso, o limite para o município ficou em R$ 1.663.749,63.
Já entre os vereadores, a cota máxima também obedecerá os 70% dos gastos das eleições de 2012. A Serra terá o maior limite para a disputa do cargo em 2016, já que foi onde um candidata à câmara municipal teve a campanha mais abastada, com os R$ 142.667,76 do vereador Aécio Leite (PT). Em Vitória, o teto ficou em R$ 98.272,97.
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Correção da inflação
O TSE informa que os valores serão corrigidos até o dia 20 de julho, a partir da variação do Índice Nacional de
Preços ao Consumidor (INPC), do IBGE. O cálculo terá como base o período de outubro de 2012 a junho de 2016.
Campanhas mais caras do Brasil
As cidades de São Paulo, Belo horizonte e Rio de Janeiro podem ser as com campanhas mais caras neste ano. O limite na capital paulista é de R$ 33,9 milhões, seguido dos R$ 19,9 milhões para os mineiros e R$ 14,8 como valor máximo para os cariocas.
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