Relatos de assédio e até estupro por taxistas ou motoristas de aplicativos se multiplicam

Casos de desrespeito, assédio e até estupro contra passageiras no transporte particular voltaram à tona nesta semana, colocando táxis e serviços como o Uber no centro das denúncias feitas por mulheres de todo o país. Desde a segunda-feira, quando a escritora Clara Averbuck foi para o Facebook relatar ter sido estuprada dentro de um carro a serviço do Uber, uma enxurrada de depoimentos tomou conta de redes sociais. Embora os números sejam subnotificados ou não façam parte das estatísticas oficiais da Secretaria de Estado de Segurança Pública (Sesp), em Belo Horizonte a situação é mais comum do que se imagina, de acordo com a titular da Delegacia Especializada em Combate à Violência Sexual, Camila Miller. A declaração de quem se dedica a investigar o assunto acende o sinal amarelo: “Não só o assédio, mas casos de estupro mesmo são bastante comuns dentro de táxis.

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